Doenças sexualmente transmissíveis: estigmas e pessoas marcadas

Texto de Raissa Éris Grimm.

Na aula de Biologia da sétima série ensinaram pra gente que o que transmite doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) era transar sem proteção. Que não era sobre com quantas pessoas você transa
ou sobre a orientação sexual de quem você transa.

Se você usa proteção, pode transar com quantas pessoas quiser – e tá protegide. Se você não usa proteção, você pode transar com 1 pessoa, e contrair DST com uma pessoa. Isso foi no finzinho dos anos 90 —
muitas de vocês que tão aqui não lembram nada dessa época —
naquela época, rolava uma mobilização forte da comunidade gay
das travestis e mulheres (cis, trans..) profissionais do sexo lutando contra o estigma por serem considerados “vetores de contágio”.

Ah, tinham pessoas bissexuais nesse corre. Porém não tinham visibilidade política.

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